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Não passou em branco pela imprensa nacional o almoço da sexta-feira passada entre o senador Cássio Cunha Lima e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, presidente nacional do PSB e pré-candidato à presidência da República.
O Globo destacou o encontro dizendo que Eduardo Campos cobra apoio do PSDB em alguns estados para facilitar acordo entre ele e Aécio Neves, presidenciável tucano, num segundo turno contra Dilma Roussef.
A Paraíba, onde Cássio mantém aliança com o governador Ricardo Coutinho (PSB), fez parte do cardápio.
A Ilimar Franco, do jornal O Globo, Cássio teria admitido tal tendência. “Temos que nos entender. Porque ninguém é louco de achar que a presidente Dilma está fora do segundo turno”, declarou Cássio, que já foi considerado o principal costureiro da aliança Aécio/Campos.
Como registramos em post anterior, Eduardo deu o recado nítido e claro: como poderemos construir uma aliança nacional se houver rompimento nos estados?
Aqui na Paraíba Cássio já havia dito que para fazer palanque de Aécio Neves não é obrigado que o PSDB tenha uma candidatura própria ao governo.
Dessa forma, perde força a tese que sugere uma obrigatoriedade de Cássio ser candidato ao governo, por pressão do PSDB Nacional, a fim de dar palanque para Aécio. Jogar parado poderá dar mais retorno.

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